Os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson deixaram de ser aceitos em 1º de novembro de 2026 nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô de São Paulo.
A mudança encerra o uso de uma tecnologia presente desde o início da operação comercial do sistema, em 1974. Segundo a companhia, a obsolescência e as dificuldades de manutenção inviabilizaram a continuidade do modelo.
Passageiros que ainda possuem bilhetes não utilizados poderão solicitar a troca por passagens com QR Code. O atendimento foi estabelecido para o período de 1º de novembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027.
Quais bilhetes podem ser trocados
A substituição é destinada exclusivamente aos bilhetes Edmonson do Metrô de São Paulo do tipo G-01 Unitário. As unidades precisam estar válidas, em boas condições e sem sinais de utilização ou danos.
A troca será realizada nos guichês de bilheteria em funcionamento das estações Paraíso, que atende às linhas 1-Azul e 2-Verde, e Tatuapé, na linha 3-Vermelha. O horário informado é das 6h às 22h.
Quantidade altera o procedimento
Quem apresentar até dez bilhetes válidos poderá fazer a troca no momento da solicitação. Para quantidades superiores, o material será entregue para análise e validação.
Nesse caso, o passageiro deverá apresentar documento oficial de identificação e informar telefone ou e-mail. Após a conferência, será comunicado sobre a data de retirada dos QR Codes.
Entre as alternativas de acesso ao Metrô permanecem o Bilhete Único, o cartão TOP e os bilhetes unitários com QR Code, impressos ou digitais.
Os QR Codes podem ser adquiridos nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento, pelo aplicativo TOP e pelo WhatsApp (11) 3777-9456. As máquinas também aceitam Pix e cartão de débito.
Outra opção informada pela companhia é o pagamento por aproximação nas catracas, com cartões físicos ou virtuais compatíveis das bandeiras Visa, Mastercard e Elo.

